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05/03/2011 20:31

Família, familiares, heranças e tijolos...

 Há um dito popular muito comum que diz que família não se escolhe.

Dizem algumas filosofias que somos nós que escolhemos em qual queremos estar.

Outras crenças e religiões pregam que isto é escolha de um ser superior que tem para nós um plano de vida traçado.

Enfim, acredite naquilo que você acredita ou pouco importa se você acredita em alguma destas colocações o que fica mesmo é que família e familiares se transformam quando se tratam de heranças.

Pouco importa se para o bem ou para o mal. Todas se transformam... Todos se transformam...

Heranças tem o poder de unir ou desagregar. Felicitar ou infelicitar. Ganhar ou perdar. Ajuntar ou separar...

Família, familiares e heranças são sempre uma incógnita.

Ninguém sabe como vai começar e ninguém imagina como irá terminar.

Por mais se planeje para que as coisas sejam harmoniosas e tranqüilas, o momento de vida de cada pessoa envolvida em uma herança é que vai ditar os caminhos e os rumos que ela irá tomar.

Enfim, tanto faz se nós escolhemos a família, se um ser superior designe para nós nosso destino familiar ou isto seja obra do acaso e aleatoriamente nascemos nesta ou naquela família, o que importa mesmo é que tratando-se de heranças pode ser o céu e o inferno...

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04/03/2011 23:49

Espertos e espertezas

 Quando falamos de heranças e mais do que um herdeiro, invariavelmente falamos de espertos e espertezas.

Não que as pessoas sejam sem caráter, ética ou moral. Imóveis, dinheiro, jóias, carros, barcos, iates, coleções; enfim coisas ou objetos de valor monetário além daquele que usualmente se tem para viver,  transforma as pessoas. Transforma tanto que chega ser surpresa até para o próximo transformado que, se desconhecia capaz de algumas atitudes, iniciativas e rompantes...

Há que se dizer sobre espertos e espertezas além do significado puro e simples de cada palavra. Ninguém conhece seu próprio limite e sua capacidade para almejar aquilo que se supõe seja também seu.

Vale ser redundante: quando falamos de heranças descobrimos sempre que pessoas fazem coisas que pessoas jamais deveriam fazer!

Heranças e tijolos são assim mesmo: despertam o lado "B" mesmo do mais ético dos homens.

Fazem parte destes momentos de nossas vidas onde soluções podem nos fazer parecer tolos e bobos ou espertos capazes de toda sorte de espertezas!

 

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03/03/2011 23:38

Escolhas!

 Todos os dias e a todo momento, temos que decidir alguma coisa mas, a maioria das vezes isto acontece de maneira tão automática que nem nos damos conta.

As escolhas se multiplicam ao longo do dia, de toda uma vida e, muitas vezes pontuamos esta ou aquela questão e idealizamos que somente ela necessita de uma decisão. Não conseguimos visualizar que tudo, mas, absolutamente tudo em nossas vidas é resultado de uma escolha feita de maneira objetiva, portanto consciente ou se, as tribulações cotidianas falam mais alto e nos coloca frente ao inusitado.

Decidir o que falar, decidir o que fazer, decidir que pessoas queremos ao nosso lado, decidir a cor da roupa, o modelo do sapato, a pulseira do relógio, o tipo de fruta, a quantidade de salada, os legumes se cru ou cozido; enfim, tudo depende de uma escolha!

Nas heranças também, portanto não é diferente... Nossas escolhas determinarão como receber, acolher e viver com o que herdamos.

Nossas heranças genéticas, com tantas informações que dispomos nestes tempos de alta tecnologia e ultra-velocidade de informações; podem ser usadas à nosso favor naquilo que tem de negativo pois, conhecemos o suficiente para prevenir-mos com antecedência devida qualquer problema que possa existir.

Vamos escolher se seremos felizes ou infelizes com o que herdarmos! 

Heranças são feitas de escolhas... Escolhas são feitas de experiências pessoais...

 

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28/02/2011 18:05

Heranças e fé!

 Existem situações em nossas vidas que, efetivamente são provas de fogo. Daquelas que somos alçados aos nossos limites e ainda assim, sempre estamos acreditando que já chegamos lá, entretanto cada vez mais as provas e provações se agigantam.

Situações estressantes que envolvem interesses financeiros, sempre nos conduzem a algum tipo de desgaste e mais do que isto vai nos levar à algum tipo de atrito com esta ou aquela pessoa.

Existem ainda, situações tão conflituosas que nossa fé é testada à todo instante e momento e, parece que as mesmas nunca terão fim. O medo, parceiro quase que siames desta hora, nos faz lembrar que somos humanos e que, portanto, existem coisas pelas quais não desejaríamos passar.

Atribulações, preocupações, desgaste emocional, falta de ânimo para lutar permeiam nossa confiança e nossa estabilidade emocional e, ainda assim, sabemos que não podemos e não devemos desistir...

Heranças, mesmo quando existe um único herdeiro pode significar um teste de fé. Seja nos homens, seja na existência de Deus...

Se acreditamos que somos imagem e semelhança de Deus como é possível que por um objeto, um determinado bem, pessoas façam coisas que jamais poderiam fazer e, então indagamos que "deus" pode ser este?

Se acreditamos e sentimos a presença de Deus em nossa vida, como pode Ele permitir que tais coisas aconteçam...

Heranças são benção e maldição. Bondade e maldade. Certo e errado. Provas e provações!

Heranças são acima de tudo um grande teste da nossa fé: - seja nos homens, seja em Deus!

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24/02/2011 22:37

Tios, numismatas e heranças

 A numismática é sem dúvida alguma um universo repleto de curiosidades, histórias e muito folclore.

Quando criança, sempre ficamos fascinados por aquele tio, geralmente distante e que, pouco visitamos mas que possui uma coleção de moedas e cédulas de fazer inveja à qualquer um...

Ficamos admirados com tanta novidade, curiosidade e riqueza de conhecimento com os quais este invariavelmente nos subsidia para levemente pisarmos no mundo da numismática.

Pensamos como é possível que alguém possa adquirir uma simples moeda (para nós é claro!) por valor tão exorbitante e, cobiçada por tantas pessoas.

Nos perdemos no meio de tantas cédulas, dinheiro de diferentes épocas, valores e países... Como é possível que algo que nem mais circule monetariamente possa alcançar expressivo valor de venda. Como é possível portanto, que alguém se disponha a "comprar" uma cédula que não circula e, curiosamente possui tanto valor...

Fantasticamente, ouvimos estórias que jamais encontraremos em algum livro. Elas são a vida das moedas e das cédulas, a razão de existir de uma vida...

Descobrimos que existem rituais, regras e cerimoniais para se pegar uma moeda ou uma cédula.

Moedas e cédulas são tratadas com reverência, respeito, dignidade... Como é possível?

Como surgiu este tio? Como conseguiu adquirir tanto conhecimento? Para que isto lhe serve na vida?

Não entendemos quando criança e, portanto não encontramos as respostas para as opções de vida adotadas pelos amantes das moedas e das cédulas...

O que entendemos e muito quando criança é que no fundo, bem no fundo mesmo do nosso coração tudo que desejamos é que este tio distante, pouco visitado mas de histórias ricas e emocionantes, na nossa próxima visita lembre de nos brindar com sua fantástica coleção e, sejamos portanto o escolhido para a herança das moedas e cédulas!

Não tem importância desconhecer o significado da palavra numismática, tem importância sim e apenas a certeza de que esta é a herança dos nossos sonhos!

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16/02/2011 17:58

Jóias, penhor, leilão, perdas de histórias de vida...

 Uma das coisas mais práticas e fáceis para se conseguir crédito rápido, inegavelmente é o penhor da Caixa Econômica Federal. Lá, jóias viram rapidamente e sem burocracia o dinheiro que se necessita...

Com condições diferenciadas o penhor torna-se atrativo por todas as questões facilitadoras nele envolvido.

Assim, uma jóia, aquelas que compõem não somente a herança mas todo o patrimônio e história de uma família podem solucionar e resolver desde pequenas até grandes dificuldades momentâneas de dinheiro.

Por um determinado prazo para pagamento, tem-se a tranquilidade necessária para honrar o compromisso assumido.

Bem, infelizmente nem sempre é assim!

Ao efetuar o penhor de uma jóia de família, pensa-se sempre em saldar o valor do empréstimo contraído e reaver a mesma, parte e todo da história familiar.

No meio do caminho, podem existir "pedras" que nos fazem tropeçar e nos impeçam de conduzir a questão como inicialmente planejamos. Aquele valor que imaginávamos fosse relativamente fácil amealhar para quitar o valor do empréstimo contraído, pode transformar-se em quantia difícil de ser guardada.

Depara-se portanto, com a possibilidade de envio da jóia para leilão encarecendo ainda mais o custo do valor do empréstimo à ser saldado e, pior do que isto, vislumbra-se a "perda" de parte da história de toda uma vida...

Às vezes isto acontece. Perdemos o controle da situação e algo simples, descomplicado, salvador do momento, transforma-se no nosso maior pesadelo!

Fica uma sensação de que o mundo conspira contra nós e ficamos imaginando onde foi que erramos. Onde foi que esquecemos que histórias de família, jóias de família são para vida toda...

Pode parecer uma bobagem, pode até ser confundido com apego material mas, geralmente as histórias que acompanham as jóias delineam a trajetória de sacrifícios, vitórias, conquistas, que conduziram toda uma geração familiar.

O misto de culpa e a sensação de responsabilidade pela perda é algo que às vezes nunca será superada. Nunca será esquecida. Nunca será perdoada.

Penhor é uma solução que pode afetar nossa auto-estima. Precisa ser bem pensado, planejado e calculado...

Jóias são mais que patrimônio. Jóias são histórias de vida!

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16/02/2011 01:25

Terrenos, casas e coisas enroladas!

 Existem coisas que devemos passar muito distantes... 

Uma destas coisas são imóveis sem documentação correta...

Entretanto, para não fugir ao dito popular, somos sempre tentados por aquilo que não está certo, então, gostamos sempre daquele terreno que só Deus sabe à quem pertence... Gostamos sempre daquela casa que ninguém sequer viu um papel que lhe faça jus à origem... Enfim, somos invariavelmente atraídos por aquilo que com certeza nos trará problemas. E que problemas!

Apesar de todas histórias que ouvimos acerca de imóveis com documentos enrolados ou sem documentos, ainda assim somos tentados a navegar por águas turbulentas, que certamente quase nos afogarão.

Buscamos justificar nossa decisão de compra, daquilo que jamais deveria ser comprado por quem quer que seja, e temos certeza e convicção que conosco não haverá nenhum problema.

Problemas com compra semelhante a que pretendemos fazer ou pior que efetivamente concretizamos, acontecem com os outros, não conosco!

Nós sabemos fazer o errado virar certo e, portanto, nossos documentos de compra por mais errados ou inexatos jamais nos deixarão com dores de cabeça e preocupações. Muito pelo contrário, nós iremos passar a vida toda nos vangloriando por tal façanha!

Bem, é assim que muitas pessoas pensam, agem e decidem seus negócios quando se tratam de imóveis. Parecem acreditar que num passe de mágica solucionam aquilo que se levaria anos para finalizar.

Imóvel, seja ele um terreno, uma casa, um apartamento, um salão comercial enfim, qualquer tipo de imóvel tem que ter toda documentação perfeita e correta. É o tipo de negócio que não permite "depois eu resolvo",  "isto não tem importância" ou "é uma bobagem que ninguém vai ligar"!

Neste excesso de confiança é que reside a irresponsabilidade e a falta de compromisso consigo mesmo. Afinal, estamos falando de um bem que muitas pessoas jamais poderão adquirir e, portanto, de um valor financeiro extremamente significativo.

Documentos "enrolados" causam transtornos muitas vezes irreparáveis. Documentos "enrolados" podem levar pessoas a perderem todo patrimônio construído ao longo de uma vida. Documentos "enrolados" destroem famílias, amizades e vidas...

Acreditar que adquirir um imóvel com documentação irregular ou seja "enrolada" e que nunca se sofrerá consequências por este ato é o mesmo que acreditar que somente os "outros" é que podem contrair AIDS.

Pode acreditar: coisas ruins também acontecem para pessoas boas!

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14/02/2011 23:14

Nomes, apelidos e burocracia

 Fale a verdade: sabe como escreve corretamente o nome de todas as pessoas de sua família que são mais próximas à você?

Sabe exatamente, ou seja, a verdadeira data de nascimento de seus avós, pais e irmãos?

E os nomes? Ou você vive no mundo dos apelidos e sequer imagina o verdadeiro nome por trás dele?

Pode parecer bobagem mas, quase todas as famílias tem histórias hilárias ou bizarras envolvendo tais detalhes..

Descobrimos nomes e datas de nascimento que nunca tiveram nada com nossas experiências vividas ao longo de tantos anos. Parece quando descobrimos a "verdade" que fomos enganados uma vida toda...

Pior ainda, escutamos muitas vezes e somos assim educados, que a verdade e somente a verdade deve nos conduzir enquanto pessoas!

Então, descobrimos que nosso avô tem no papel uma data de nascimento que não passa e nunca passou perto daquela que a vida toda usamos para festejar seus aniversários...

Descobrimos que nossa avó nunca teve o nome pela qual a chamamos a vida toda e, descobrimos portanto que aquilo que usavamos nada mais era  que sua "alcunha"...

Estarrecidos e incrédulos constatamos que aquele tio alegre, fanfarrão e especial tinha um nome tão ridículo e esquisito que seu apelido jamais fez jus à seu caráter...

Ficamos tão perplexos com as descobertas que, quando nos damos conta a burocracia;  esta que odiamos, repudiamos e criticamos o tempo todo nos envolve e comanda nossa vida pois, a "fantasia" que sempre nos envolveu e nos fez feliz ao longo de nossas vidas é implacável... Para a lei, vale o que está escrito no papel.

Mais desesperador e frustante ainda é, quando descobrimos que em cada papel o que está escrito é diferente um do outro.

A burocracia, a lei esta é a que vale. Esta é a que nos rege, nos ampara e nos protege. Esta é a que nos leva ao caos e desespero. Esta é a que nos diz o que está certo e o que está errado. A burocracia é que nos tirará da fantasia e nos conduzirá ao inexorável e frio mundo dos papéis. Da grafia correta e verdadeira. Queira seu dono goste ou não dela. Queira nós concordemos ou não com ela. 

Nomes e apelidos são comandados pela burocracia. Fria, distante, calculista, desumana...

 

 

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02/02/2011 16:22

Badulaques e bugigangas...

 Todos nós temos uma tia que é excêntrica e ciumenta com todos o seus bibelos, adornos e enfeites.

Sempre é aquela tia que tem tanta bugiganga dentro de casa, que quando a visitamos ficamos duros de medo de esbarrar e quebrar alguma coisa. Para nós, algumas peças são até de gosto duvidoso mas, para ela claro, é o máximo!

Curioso como a vida vai nos conduzir a herdar justamente aquilo que considerávamos mais bizarro e grotesco...

Aquela coisa esquisita que sempre que nos deparava com a mesma, pensávamos como alguém podia gostar de ter aquilo à mostra.

E claro o destino, sempre o destino, vai nos colocar frente à ela!

Sempre herdamos o bizarro, o grotesco e ficamos surpresos quando descobrimos a quantidade de pessoas que queriam justamente o objeto que mais odiamos a vida toda.

Pior ainda, ficam com raiva pois, acham que nós é que mudamos o destino original de "tal coisa" já que ela era tudo o que outras pessoas desajavam.

Criamos inimigos, produzimos oponentes, iniciamos uma guerra pois, o grotesco objeto sempre foi o sonho de toda família!

Mas, o que teria de tão valioso e tão poderoso a ponto de revolucionar amizades? Valioso por que e para quem?

Muitas vezes, passamos a vida inteira sem responder tais perguntas. Ficamos imaginando o que passou pela cabeça da mesma em nos brindar com tal badulaque. Onde foi que erramos como sobrinhos e sobrinhas?

Herdamos toda sorte de badulaques e bugigangas, muitas vezes sequer sabemos o que fazer com as mesmas de tão grotescas e bizarras que são. Reclamamos pois sempre nos sobra o pior... Sempre nos sobra a sobra...

Heranças também são feitas de badulaques e bugigangas...

 

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31/01/2011 18:11

Bestial e bestialidade

 Nosso objetivo é sempre transformar mal em bem. Maldição em benção...

Não será diferente hoje, apesar do filho e da neta de Rubens Fragoso de Souza, falecido em Santos no dia 12 de Janeiro de 2011, terem sido privados da oportunidade de ver pela última vez, acariciar pela última vez, beijar pela última vez, afagar pela última vez ainda que sem vida fosse...

É difícil acreditar que uma pessoa seja capaz de dizer à outra, que não havia nenhuma forma para comunicar ao filho que o pai falecera. É difícil imaginar como alguém nos dias de hoje, numa distância de 70km, com todos os recursos de comunicação que existem, alegue que não teve meios de se comunicar.

Nós estamos falando dos mais baixos sentimentos que pode mover uma pessoa. Mais doloroso ainda é imaginar que quatro pessoas tenham se unido deliberadamente para privar o filho e a neta de verem o pai e o avô...

Imagine dezessete dias depois, isto mesmo, dezessete dias depois é que se "achou um tempinho" para telefonar e contar este pequeno detalhe já ocorrido...

Como se fosse uma notícia simples daquelas tipo seu pai fez uma viagem, seu pai comprou um carro novo, seu pai vou dar uma voltinha na praia...

Básica notícia para ser dada dezessete dias depois.

Heranças e tijolos fazem isto em pessoas. Heranças e tijolos levam pessoas a agirem de forma bestial...

Por toda bestialidade do ato, nosso carinho e afeto ao filho e à neta de Rubens Fragoso de Souza.

Nossa certeza e convicção que eles saberão encontrar serenidade e paz nos seus corações e, mais do que isto pela generosidade que é característica de ambos encontrarão caminhos para crescerem mais e mais como seres humanos. 

Com relação às quatro mulheres que decidiram privar o filho e a neta de participar da morte do pai e avô nossa compaixão...

Ao senhor Rubens Fragoso de Souza nossa saudade e orações!

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